Plano de SEO de 90 dias: diagnóstico, execução e aprendizado

Um plano de SEO de 90 dias é essencial para organizar ações de otimização em três fases: diagnóstico, execução e aprendizado. Este artigo explica como estruturar cada fase, evitar erros comuns e medir o sucesso, transformando aprendizado em ação contínua.

Leonardo Ferreira16 min
Plano de SEO de 90 dias: diagnóstico, execução e aprendizado

Ele não é uma bala de prata — exige disciplina para registrar cada mudança e comparar períodos equivalentes. Mas quando aplicado com critério, transforma SEO de atividade reativa em processo previsível, como mostramos no guia sobre SEO sustentável.

Para quem está começando, a pesquisa de palavras-chave baseada em problemas reais do cliente é o ponto de partida natural dentro desse ciclo. Ela alimenta tanto o diagnóstico quanto a priorização de conteúdo.

O plano também serve como ferramenta de alinhamento entre equipes internas. Agências e stakeholders, porque transforma metas abstratas em entregas concretas com dono e prazo definidos. Essa clareza evita conflitos sobre o que constitui progresso.

Escolher a abordagem certa exige comparar perfil de operação, problema observado, requisitos e ação recomendada. A tabela abaixo traduz os critérios de decisão em linguagem natural, sem jargão técnico.

Perfil de operação Problema observado Requisitos Ação recomendada
Site novo ou sem histórico de tráfego Nenhuma base de comparação; páginas sem indexação consistente Diagnóstico técnico completo, definição de palavras-chave por problema real, linha de base mensurável Comece com auditoria técnica e pesquisa de palavras-chave baseada em problemas antes de produzir conteúdo
Site com tráfego estagnado há 6+ meses Conteúdo existe, mas não converte em ranqueamento; páginas concorrentes dominam Análise de lacunas de conteúdo, revisão de intenção de busca, atualização de páginas existentes Priorize revisão de páginas com potencial comprovado antes de criar novas; use checklist de SEO para revisar o site como guia
Equipe pequena com recursos limitados Demanda maior que capacidade; tentativa de fazer tudo ao mesmo tempo Escopo reduzido, entregas quinzenais, automação de relatórios
Site com problemas técnicos recorrentes Erros de rastreamento, lentidão, redirecionamentos quebrados Correção de códigos HTTP e melhora de TTFB antes de investir em conteúdo Trate a base técnica primeiro; conteúdo novo em site lento não gera valor sustentável
Mercado competitivo com concorrentes estabelecidos Dificuldade em ganhar visibilidade para termos principais Autoridade temática, cluster de conteúdo, diferenciação editorial Invista em construir autoridade temática com páginas pilar e satélites conectadas

A escolha da abordagem depende menos da ferramenta e mais do problema que precisa ser resolvido primeiro. Um site com falhas técnicas não se beneficia de mais conteúdo; um site com conteúdo fraco não se beneficia de mais auditoria.

Para avaliar cada cenário, use cinco critérios: aderência ao problema real, complexidade de implantação, risco operacional, tempo até valor e integração com o processo atual. Confiabilidade das evidências entra como filtro final — se a solução depende de dados que você não tem. O plano precisa incluir coleta antes de execução.

Cenários indicados e limites de cada caminho

  • Cenário indicado: tráfego orgânico abaixo do potencial com páginas já indexadas. O ciclo permite priorizar atualizações com base em dados.
  • Cenário indicado: lançamento de site com arquitetura definida. O plano organiza produção de conteúdo e links internos desde o início.
  • Limite: sites com penalidade manual ativa precisam de remediação antes do plano. SEO não resolve problema de spam sem limpeza prévia.
  • Limite: equipes sem capacidade de execução semanal acumulam débito técnico. O plano exige ritmo constante, não esforço pontual.
  • Risco: escolher abordagem por modismo em vez de diagnóstico. Um SEO sustentável prioriza consistência sobre atalhos.

Como aplicar os critérios na prática

Comece listando o problema observado em uma frase. Depois, avalie a complexidade de implantação: quantas pessoas, quais ferramentas, quanto tempo de setup. Em seguida, estime o tempo até valor — não em números exatos, mas em ordem de grandeza.

Integração com o processo atual importa mais do que parece. Se o time já produz conteúdo semanalmente, um plano que exige reestruturação total da produção vai falhar. Se o time não produz nada, o plano precisa incluir criação de rotina editorial.

Confiabilidade das evidências é o filtro final. Use dados que você consegue verificar: Google Search Console, logs do servidor, relatórios de ferramentas. Não baseie decisão em suposição sobre concorrentes sem confirmar com dados próprios.

  • Pular o diagnóstico e partir direto para a execução de tarefas. Sem um ponto de partida documentado — incluindo saúde técnica, posicionamento atual e lacunas de conteúdo —. Não há como medir o que mudou e o que continua travando o crescimento orgânico. A correção começa com um checklist que registre o estado real do site antes de qualquer alteração. Servindo de linha de base para as decisões seguintes.
  • Tratar SEO como um projeto isolado do negócio. Métricas como tempo de carregamento, palavras-chave e backlinks só importam quando conectadas a metas de receita, geração de leads ou redução de custo de aquisição. Equipes que documentam perfil do cliente, problema central e requisitos de negócio reduzem a ambiguidade na escolha da abordagem e evitam otimizar para vaidade em vez de resultado.
  • Priorizar volume de buscas em vez de relevância semântica. Uma palavra-chave com alto volume pode não converter se estiver desalinhada da intenção do usuário. O plano perde tração quando o conteúdo atrai visitantes que não avançam no funil. A correção está em usar pesquisa de palavras-chave baseada em problemas reais, filtrando termos que respondam diretamente às perguntas do público e indiquem prontidão para agir.
  • Negligenciar a saúde técnica do site enquanto escala conteúdo. Páginas lentas, erros de rastreamento e redirecionamentos quebrados impedem que o Google indexe e ranqueie o material produzido. Auditar TTFB e tempo de resposta e revisar códigos HTTP como 301 e 404 antes de escalar produção evita que o esforço editorial seja construído sobre uma base que não sustenta indexação.
  • Confundir atraso estratégico com ineficiência. Um erro aparente que pode ser aceitável é não publicar conteúdo novo nas primeiras duas semanas. Se o diagnóstico revela problemas técnicos graves, o tempo gasto em correção de infraestrutura é mais valioso do que produzir artigos que não serão indexados. Esse atraso inicial se paga com um site que recebe melhor os esforços futuros, desde que comunicado com clareza às partes interessadas.

Como estruturar as fases de diagnóstico, execução e aprendizado?

  1. Diagnóstico técnico e competitivo
    Comece pela auditoria técnica do site. Verifique rastreabilidade, indexação, velocidade e erros de servidor usando códigos HTTP no SEO como referência para priorizar correções.
    Critério: Liste apenas problemas que afetam diretamente o ranqueamento ou a experiência do usuário.
    Trade-off: Corrigir tudo consome tempo; foque em páginas com tráfego ou potencial comercial.
    Próximo passo: Documente os achados em um relatório priorizado por impacto estimado.
  2. Análise de concorrentes e palavras-chave
    Identifique 5 concorrentes diretos e mapeie as palavras-chave que eles ranqueiam. Use pesquisa de palavras-chave baseada em problemas para encontrar lacunas de intenção de busca.
    Critério: Priorize termos com intenção comercial ou informacional alinhada ao funil.
    Trade-off: Palavras de cauda longa têm menos volume, mas convertem melhor.
    Próximo passo: Crie uma matriz de palavras-chave por estágio da jornada.
  3. Priorização e execução on-page
    Execute correções de título, meta description, headings e links internos nas páginas prioritárias. Estruture o conteúdo em cluster de conteúdo para consolidar autoridade temática.
    Critério: Aplique mudanças primeiro em páginas que já têm autoridade ou tráfego.
    Trade-off: Alterações em massa podem gerar flutuações; faça por lotes semanais.
    Próximo passo: Atualize o conteúdo existente antes de criar páginas novas.
Como estruturar as fases de diagnóstico, execução e aprendizado? — Plano de SEO de 90 dias
Foto: ThisIsEngineering / Pexels
Diagnóstico
Execução
Aprendizado
Fluxo do ciclo: cada fase alimenta a seguinte com dados e decisões.

Os critérios que ajudam a avaliar o plano incluem: aderência ao problema real, complexidade de implementação. Risco operacional, tempo até valor, integração com processos atuais e confiabilidade das evidências. Cada critério deve ter um dono claro dentro da equipe.

Como estruturar as fases de diagnóstico, execução e aprendizado? — Plano de SEO de 90 dias
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Como seu plano de SEO de 90 dias? — Plano de SEO de 90 dias
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Para garantir progresso, revise o plano semanalmente e compare com o baseline. Ajuste prioridades apenas quando houver dados suficientes para justificar a mudança.

O que considerar ao avaliar ferramentas e recursos para seu plano?

Antes de assinar qualquer ferramenta, avalie se ela se integra aos processos que sua equipe já usa diariamente. Uma plataforma que exige exportação manual de dados para planilhas cria retrabalho e aumenta a chance de erro humano.

Suporte e confiabilidade dos dados andam juntos na avaliação. Ferramentas com histórico de instabilidade ou respostas lentas do suporte comprometem entregas em momentos críticos do diagnóstico.

Critério de avaliaçãoO que observar na práticaSinal de alerta
Integração com processos atuaisConecta com Google Search Console, Analytics e planilhas sem etapas manuaisExige exportação manual ou scripts customizados para cada relatório
Curva de aprendizadoTime consegue gerar relatório útil na primeira semana de usoTreinamento interno leva mais de um mês para atingir proficiência
Suporte e confiabilidadeCanal de atendimento responde em menos de 24h úteisSem SLA definido ou respostas genéricas que não resolvem o problema
Qualidade dos dadosDados batem com os relatórios nativos do GoogleDiscrepâncias recorrentes entre métricas da ferramenta e da fonte oficial

Modelos de cobrança influenciam diretamente o custo-benefício. Ferramentas que cobram por usuário penalizam equipes grandes; as que cobram por volume de consultas favorecem operações com picos sazonais.

Para avaliar custo-benefício sem focar em preço, compare o tempo economizado por semana contra as horas que sua equipe gastaria na tarefa manual. Uma automação que libera dez horas semanais de um analista sênior justifica investimento mesmo em cenário de orçamento apertado.

Erros comuns na implementação incluem assinar múltiplas ferramentas sobrepostas e subutilizar a principal. Comece com uma solução que cubra o fluxo completo de pesquisa de palavras-chave baseada em problemas reais e expanda apenas quando houver lacuna comprovada.

Evite também basear a escolha apenas em funcionalidades avançadas que você não usará no primeiro ciclo. O critério decisivo é a ferramenta resolver o problema observado no diagnóstico, não a quantidade de features no site do fornecedor.

Antes de fechar contrato, valide a integração com o checklist de SEO para revisar um site que sua equipe já utiliza. Ferramentas que não conversam com o fluxo existente criam atrito e abandonam o uso em poucas semanas.

Para fechar a avaliação, solicite uma cotação detalhada que especifique modelo de cobrança, limites de uso e condições de suporte. Compare propostas com base nos critérios acima, não apenas na lista de funcionalidades.

Tráfego orgânico isolado não valida estratégia. Um aumento de visitas pode vir de páginas com baixa intenção comercial, enquanto uma queda pode refletir sazonalidade ou mudança de algoritmo. Cruze o volume com o comportamento: tempo na página, taxa de rejeição e páginas por sessão indicam se o visitante encontrou resposta útil. Esses sinais qualitativos importam mais que um pico isolado de acessos.

Rankings devem ser monitorados por grupo de palavras-chave, não por termo solto. Acompanhe posições para termos comerciais, informativos e de marca separadamente. Uma palavra posicionada na página 2 pode gerar mais receita que dez palavras na página 1 sem intenção de compra. Priorize acompanhar termos que aparecem no funil de conversão do seu negócio.

Conversões conectam SEO a resultado financeiro. Defina micro-conversões (clique em botão, download, tempo de leitura) e macro-conversões (formulário, compra, assinatura). A taxa de conversão por página revela quais conteúdos atraem o público certo. Sem esse recorte, você não sabe se o tráfego cresceu porque o conteúdo ficou bom ou porque o título ficou atraente demais.

Como definir metas realistas e ajustar com base em dados

Ajustes devem ser cirúrgicos, não estruturais. Altere títulos, meta descrições e chamadas para ação antes de reescrever conteúdo inteiro. Teste variações de heading e links internos para redistribuir autoridade. Documente cada mudança com data e motivo para que a próxima rodada de decisões tenha histórico confiável. Esse registro vira o ativo mais valioso do processo.

Relatórios periódicos e aprendizado contínuo

Relatórios quinzenais com 5 a 7 indicadores principais evitam ruído e mantêm o foco no que muda a decisão. Inclua tráfego orgânico total, posição média por cluster, taxa de conversão, páginas com maior crescimento e páginas que perderam posições. Cada métrica deve ter um comentário de interpretação, não apenas o número solto. O relatório sem análise é planilha, não aprendizado.

O aprendizado contínuo exige comparar hipóteses com resultados observados. Se você previu que um conteúdo responderia a uma dúvida frequente e ele gerou baixo engajamento, revise a hipótese inicial. Talvez a dúvida não fosse relevante ou a resposta já estivesse saturada. Use esse insight para calibrar a próxima pesquisa de palavras-chave baseada em problemas reais do cliente.

Registre aprendizados em um documento acessível à equipe. Classifique cada observação como confirmada, refutada ou inconclusiva, com a evidência que sustenta a classificação. Esse acervo vira referência para decisões futuras e reduz repetição de erros. A fase de aprendizado do ciclo só termina quando o próximo diagnóstico começa com dados, não com opiniões.

Para aprofundar a leitura de indicadores técnicos que impactam o desempenho, consulte nosso guia sobre códigos HTTP no SEO e entenda como erros de servidor distorcem métricas de tráfego. Antes de iniciar um novo ciclo, revise o checklist de SEO para revisar o site e garanta que a base técnica não invalida os dados coletados.

Para integrar o aprendizado do ciclo ao próximo trimestre, documente o que funcionou, o que falhou e quais hipóteses permanecem abertas. Essa memória operacional transforma o plano em um processo contínuo, em vez de um projeto isolado. A sazonalidade, por exemplo, deve ser mapeada no primeiro ciclo para orientar o calendário editorial do segundo semestre.

Se a empresa não tem equipe dedicada ou orçamento para sustentar o ritmo de produção após o período inicial, o plano perde o efeito. A continuidade é o fator que separa crescimento sustentável de pico temporário. SEO sustentável exige consistência mensal, não apenas um esforço concentrado de três meses.

O limite mais comum do plano é a expectativa irreal de resultados no primeiro ciclo. Use o trimestre para validar hipóteses e ajustar a abordagem, não para exigir ranqueamentos na primeira página. A métrica de sucesso do primeiro ciclo é a qualidade do aprendizado, não o volume de tráfego.

Para decidir entre estender o plano ou abandoná-lo, avalie se os fundamentos técnicos foram corrigidos e se o conteúdo produzido gerou sinais positivos de engajamento. Sem esses sinais, um segundo ciclo provavelmente repetirá os mesmos erros. A decisão de continuar deve ser baseada em dados observáveis, não em otimismo.

Conclusão: transforme aprendizado em ação contínua

A fase de execução testa hipóteses reais: uma página otimizada, um cluster de conteúdo expandido, um problema de rastreamento corrigido. Cada ação gera dados que alimentam a fase de aprendizado. Sem esse ciclo fechado, você repete erros por trimestres consecutivos sem saber por quê.

Comece pelo diagnóstico completo antes de mexer em qualquer página. Mapeie os pontos críticos do site com um checklist de SEO que cubra indexação, arquitetura e sinais de qualidade. Um diagnóstico superficial produz execução desordenada — e execução desordenada consome orçamento sem gerar resultado mensurável.

Sites que crescem de forma consistente tratam cada trimestre como iteração de um processo maior. A pesquisa de palavras-chave baseada em problemas reais revela intenções que seu conteúdo atual não atende. Esse gap vira pauta para o próximo ciclo, com prioridade clara e critério de sucesso definido antes da primeira linha de texto.

Se sua equipe não tem banda para executar as três fases com profundidade, buscar apoio especializado acelera a curva de aprendizado. Um olhar externo identifica padrões que passam despercebidos em operações sobrecarregadas. O investimento se paga quando o segundo ciclo já começa com hipóteses mais precisas e menos retrabalho.

Documente cada decisão, cada resultado e cada ajuste. Esse repositório de conhecimento operacional vale mais que qualquer ferramenta porque reflete a realidade do seu site, do seu mercado e da sua audiência. SEO sustentável se constrói com práticas consistentes, não com corridas trimestrais desconectadas entre si.

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Perguntas frequentes

Por onde começar quando o site não tem histórico de tráfego?

Comece com auditoria técnica completa e pesquisa de palavras-chave baseada em problemas reais do cliente. Isso estabelece uma linha de base mensurável e garante que as páginas sejam indexadas de forma consistente antes de qualquer produção de conteúdo. Sem esse fundamento, o risco de retrabalho é alto.

Como priorizar ações quando o tráfego está estagnado há meses?

Concentre-se na revisão de páginas com potencial comprovado antes de criar novas. Analise lacunas de conteúdo, revise a intenção de busca e atualize o que já existe. Um checklist de SEO ajuda a identificar ajustes técnicos e de conteúdo que podem destravar ranqueamento sem começar do zero.

O plano funciona para equipes pequenas com recursos limitados?

Sim, desde que o escopo seja reduzido e as entregas organizadas em ciclos quinzenais. Automatizar tarefas repetitivas libera tempo para decisões estratégicas. O plano ajuda a evitar a armadilha de tentar fazer tudo ao mesmo tempo, transformando metas abstratas em entregas concretas com responsável definido.

Como alinhar expectativas entre agência, stakeholders e equipe interna?

O plano transforma metas abstratas em entregas com dono e prazo definidos, o que evita conflitos sobre o que constitui progresso. Cada fase tem critérios claros de avanço, permitindo que todos acompanhem o que está sendo feito e por quê, com base em dados reais de tráfego e não em suposições.

Qual o papel da pesquisa de palavras-chave dentro do plano?

Ela é o ponto de partida natural para quem está começando, alimentando tanto o diagnóstico quanto a priorização de conteúdo. Quando baseada em problemas reais do cliente, orienta a produção de páginas que respondem a dúvidas concretas, aumentando a chance de ranqueamento sustentável desde o primeiro ciclo.

A mensuração contínua permite validar o que funciona e eliminar o que não gera resultado ao longo de todo o período. Compare períodos equivalentes e registre cada mudança para identificar tendências. Pequenos avanços em indexação, impressões ou cliques já sinalizam que a direção está correta antes do prazo final.

É uma estratégia dividida em três fases mensais que organiza ações técnicas, de conteúdo e de autoridade para gerar resultados mensuráveis em um trimestre. O foco inicial está em corrigir erros críticos do site e estabelecer as bases para crescimento sustentável nos mecanismos de busca.

Quanto tempo leva para o SEO começar a dar resultados?

Os primeiros indicadores de melhora, como aumento de impressões e correção de rastreamento, podem aparecer nas primeiras semanas após a implementação das correções técnicas. Resultados expressivos em tráfego orgânico e conversões geralmente começam a ser observados a partir do terceiro mês, dependendo da concorrência do nicho e do histórico do domínio.

O primeiro mês é dedicado à auditoria técnica completa, análise de palavras-chave e correção de problemas que impedem o Google de rastrear e indexar o site adequadamente. Também é o momento de definir metas realistas e criar a arquitetura de conteúdo que guiará os próximos meses.

Sim, é possível executar as etapas fundamentais por conta própria se você tiver acesso ao painel do site e disposição para aprender conceitos técnicos básicos. As fases mais complexas, como otimização avançada de velocidade e link building estratégico, podem exigir apoio especializado para alcançar melhores resultados.

Como medir o sucesso de um plano de SEO trimestral?

O sucesso é medido por indicadores como crescimento de cliques orgânicos no Google Search Console, melhora no posicionamento médio das palavras-chave alvo e aumento de páginas indexadas corretamente. O tráfego qualificado e as conversões originadas de busca orgânica são as métricas que confirmam o retorno efetivo do trabalho realizado no período.

É uma estratégia dividida em três fases mensais que organiza ações técnicas, de conteúdo e autoridade para gerar resultados mensuráveis em um trimestre. O foco está em corrigir problemas críticos no primeiro mês, produzir conteúdo otimizado no segundo e conquistar backlinks no terceiro.

Em três meses é possível ver melhorias em indexação, velocidade de carregamento e ranqueamento para palavras-chave de baixa concorrência. Resultados expressivos em tráfego orgânico geralmente exigem prazos maiores, especialmente em nichos competitivos.

Os valores variam conforme o escopo do projeto, o tamanho do site e a experiência do profissional ou agência contratada. Projetos locais tendem a ter investimento menor que estratégias nacionais ou para e-commerce de grande porte.

O primeiro mês concentra auditoria técnica e correção de erros críticos. O segundo mês foca na otimização on-page e produção de conteúdo baseado em pesquisa de palavras-chave. O terceiro mês prioriza link building e análise dos primeiros dados para ajustes.

Funciona como fundação inicial, estabelecendo a arquitetura correta, os primeiros conteúdos e a indexação adequada. Sites novos raramente atingem posições competitivas nesse período, mas constroem a base técnica necessária para crescer nos meses seguintes.

Perguntas frequentes (2)

Funciona melhor para sites que já possuem alguma base técnica e de conteúdo, mas também se adapta a projetos novos. A diferença está no ponto de partida: sites sem histórico exigem diagnóstico técnico completo e definição de palavras-chave antes de qualquer produção, enquanto sites estabelecidos podem avançar mais rápido para análise de lacunas e otimização do que já existe.

Quanto tempo leva para ver os primeiros resultados de tráfego?

Os primeiros sinais de melhora costumam aparecer entre a sexta e a oitava semana, quando as correções técnicas começam a fazer efeito e o conteúdo otimizado entra no índice de busca. Isso não significa picos de tráfego, mas sim tendência de crescimento consistente. A fase final do ciclo serve justamente para validar se esses sinais se confirmam ou se exigem ajuste de rota.

O que fazer quando o diagnóstico revela dezenas de problemas técnicos?

A priorização é o filtro essencial. Separe as correções em duas categorias: críticas, que impedem indexação ou degradam a experiência do usuário, e incrementais, que refinam o que já funciona. Ataque primeiro o que bloqueia o rastreamento — páginas não indexadas, erros de servidor, canibalização de palavras-chave. O resto entra no backlog para as iterações seguintes do plano.

Como saber se o conteúdo produzido está alinhado com a intenção de busca?

Compare o formato e a profundidade das páginas que já ranqueiam para a palavra-chave alvo. Se os primeiros resultados são tutoriais passo a passo, seu conteúdo precisa entregar esse mesmo formato com mais clareza ou exemplos. A validação vem das métricas: taxa de cliques, tempo de permanência e taxa de rejeição indicam se o visitante encontrou o que esperava.

Qual o erro mais comum ao executar um plano de SEO trimestral?

Pular o registro sistemático de cada mudança. Sem documentar o que foi alterado e quando, fica impossível correlacionar oscilações de tráfego com ações específicas. O plano perde sua capacidade de aprendizado e vira tentativa e erro. Manter um changelog simples — data, página afetada, alteração feita — resolve esse problema com pouco esforço.

Traduza metas abstratas em entregas concretas com dono e prazo. Em vez de prometer "aumentar tráfego", comprometa-se com "corrigir erros de indexação até a semana três" ou "publicar oito páginas baseadas em pesquisa de problemas reais até a semana seis". Isso transforma o plano em ferramenta de comunicação e evita conflitos sobre o que constitui progresso.

Revisar as métricas acumuladas e documentar aprendizados para o próximo ciclo. Compare períodos equivalentes — mês a mês, não semana contra semana. Identifique o que gerou resultado e o que consumiu esforço sem retorno. Essa análise alimenta o diagnóstico do trimestre seguinte, transformando o plano em um processo contínuo de melhoria em vez de uma campanha isolada.

Comprimir o período compromete a qualidade dos dados. As primeiras quatro semanas são absorvidas pelo diagnóstico e pela coleta de linha de base; as semanas seguintes permitem que as alterações sejam indexadas e gerem métricas comparáveis. Ciclos mais curtos produzem conclusões precipitadas baseadas em flutuações normais de tráfego, não em tendências reais.

Publicado em 4 de agosto de 2026. Ultima atualizacao: 4 de agosto de 2026.

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Leonardo Ferreira

Responsavel pela estrategia editorial do Rankiei, plataforma de SEO, AEO e GEO para auditoria, criacao e publicacao de conteudos orientados a busca organica e respostas de IA.

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